sábado, 29 de março de 2008

Túmulo vazio...

Da cruz e da ressurreição nasce a Igreja, o povo de Deus em caminhada. E seguimos um crucificado, somos a religião do Túmulo vazio. LA

sexta-feira, 21 de março de 2008

AL CRISTO CRUCIFICADO (Sta. Teresa d’Ávila)

No me mueve mi Dios para quererte,
el cielo que me tienes prometido
ni me mueve el infierno tan temido
para dejar por eso de ofenderte.

Tú me mueves Jesús:
muéveme el verte clavado
en esa cruz y escarnecido,
muéveme el ver tu cuerpo tan herido
muévenme tus afrentas y tu muerte,
muéveme al fin tu amor de tal manera,
que aunque no hubiera cielo yo te amara
y aunque no hubiera infierno te temiera.

No me tienes que dar porqué te quiera
pues aunque lo que espero, no esperara
lo mismo que te quiero te quisiera.

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Sexta-feira Santa 2008
Roy

quinta-feira, 20 de março de 2008

«Em silêncio diante d’Ele»

«Em silêncio diante d’Ele»

É o que me proponho fazer neste tempo de Quaresma e de Páscoa: procurá-Lo para ficar diante d’Ele, em silêncio...

A visita ao Santíssimo, o tempo de adoração que podemos fazer, não substitui nem se confunde com a Comunhão de cada Missa. São gestos diferentes, mas ambos necessários.

Na Comunhão é Ele que nos invade, é Ele dentro de nós, tão dentro e tão íntimo que, como a nós, não O vemos. Na Adoração ao Santíssimo, é Ele diante de nós, somos nós diante d’Ele. É o frente-a-frente, o cara-a-cara. Nós vemo-Lo e Ele, sabemos e acreditamos, vê-nos.

Ás vezes parece-me tempo perdido, o que passo, sentado ou ajoelhado diante da Hóstia branca e redonda, fina e frágil, ladeada por velas acesas. Nada acontece. Não me saem as palavras, não me vêm pensamentos edificantes, nada... só silêncio. E mortifico-me com perguntas e dúvidas sobre o sentido daquele meu gesto, daquele meu tempo ali passado. Que umas vezes voa e outras parece não passar.

Vou então aprofundando as verdades da minha fé e as razões da minha vida, e tudo ganha sentido quando relembro a mim próprio que não depende de mim o significado, a verdade e o proveito daquele gesto... mas d’Ele e só d’Ele. A sua Presença ali, viva e verdadeira, não depende do meu estado de alma, nem do meu estado de graça ou de pecado, nem da minha vontade... mas d’Ele e só d’Ele.

Deus está ali e isso basta! E se Deus está ali, eu estou com Ele. E se eu estiver com Ele, que mais posso querer? Que mais posso pedir? Que outra coisa melhor me poderia acontecer, em todo o meu dia?

E se eu estiver junto d’Ele, ainda que mudo e quedo, Ele fará o que eu não sei fazer e Ele dar-me-á o que eu não sei pedir. Eu só tenho que ir ao seu encontro, num acto de vontade própria e livre e oferecer a minha aridez, a minha mudez, o meu silêncio... e isso Lhe basta. Porque o que verdadeiramente Ele quer de mim, não são tanto as coisas boas que pensei, que disse ou que fiz. Ele quer de mim muito mais do que isso: Ele, de mim, quer tudo! Quer a minha vontade, o meu coração, a minha pessoa, a minha vida inteira. Quere-a tal como ela é, com os defeitos e as virtudes que ela tem. Quere-me, a mim!

É por isso que uma Visita ao Santíssimo faz-me crescer como pessoa, porque ainda que nada tenha para Lhe dizer, relembra-me o amor que Ele me tem que O faz estar ali... à minha espera... sempre.

É esta a minha proposta para este tempo de Quaresma. Eu sei que é difícil arranjar tempo para o fazer. Ainda bem, porque assim, tem muito mais sabor... e Ele há-de gostar ainda mais!

Rui Corrêa d’Oliveira
“Tu és Cristo, o Filho de Deus vivo”

Ficamos de imediato com a impressão de uma santidade inefável, de uma dignidade sublime, de uma pureza sem sombra, mas também com a convicção de uma grandeza divina.

Mas se o Divino nos assusta n’Ele pelo poder, pela glória, pela sublimidade soberanas, o humano atrai-nos com irresistíveis encantos. A sua compaixão pelos que sofrem comove-nos; a sua atitude para com os pecadores arrebata-nos, e a admiração apodera-se de nós perante as suas inefáveis condescendências. Ele, que se apresenta aos discípulos e lhes propõe uma doutrina moral de uma rudeza impressionante, enche-se de piedade perante uma alma que se agita impotente nas malhas do pecado, contempla emocionado o menor progresso de uma boa vontade que avança pelo caminho novo, e estremece de gozo ao ver um ténue raio de luz na alma de um homem.

Ele próprio é um homem, um homem que chora, que reza, que se comove, que sente fadiga, que se vê esgotado pela fome, que tem as suas angustias e suas preferências, que se indigna e se comove, se entusiasma e se enche de tristeza. Embora isento do mal moral e do remorso, nada de autenticamente humano é alheio a Ele. No seu trato com os homens notamos uma mistura de doçura e de majestade, de autoridade consciente e abnegação total, que nos revelam ao mesmo tempo o Filho de Deus e o Filho do homem, como Ele gostava de se chamar a si próprio. Cura, exorciza, absolve, increpa os ventos, acaricia as crianças, compadece-se da multidão, aceita as comidas que lhe oferecem tantos os ricos como os pobres; fala com os ám-há-rez, coisa nefanda para um fariseu, e não só permite que se aproximem Dele os pecadores e os publicanos, como parece ter por eles uma espécie de preferência. Ama-os com essa ternura insistente e inquieta que as mães têm com os filhos ameaçados pela doença ou pela morte. Que paciência tem para todas as ignorâncias e fraquezas! Que doçura e que energia para instruir os discípulos, para suportar as suas imperfeições, para lhes revelar, um por um, os grandes preceitos da nova lei: os deveres de humildade, as alegrias da ajuda fraterna, o perdão das injúrias, o préstimo amável, que não degrada e que enche de gozo o coração.

Acessível, misericordioso, familiar; grandeza heróica, dignidade inefável, soberana pureza; limpidez de palavra, limpidez de pensamento e limpidez de vida. Jesus oferece-nos já, considerado só na intimidade da sua vida e na graça da sua humanidade, a partir do seu ministério público, a mais bela imagem que aos homens foi dado contemplar.

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A todos uma Santa Páscoa.
Roy.

domingo, 16 de março de 2008

Oração de Santo Inácio de Loiola

Tomai, Senhor, e recebei
toda a minha liberdade,
a minha memória,
o meu entendimento
e toda a minha vontade,
tudo o que tenho e possuo;
Vós mo destes;
a Vós, Senhor, o restituo.
Tudo é vosso,
disponde de tudo,
à vossa inteira vontade.
Dai-me o vosso amor e graça,
que esta me basta.
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Roy (17-3-2008)

Corações ao Alto!

Corações ao Alto!

Senhor, foi de coração ao alto que caminhaste pela terra.
Foi de coração ao alto que fizeste milagres e que chegaste a tanta gente.
Foi assim que suportaste a flagelação, a solidão, o desprezo dos que mais amas.
Quando caminhavas para o calvário, era o Teu coração que Te arrastava, que suportava o peso daquele enorme madeiro e Te levantava quando caías.
É de coração ao alto, braços abertos e entrega total que nos salvas e perdoas todos os dias.
É assim que nos ensinas a viver.
É a pureza, entrega e simplicidade que mostras, o amor incondicional, o Teu coração bem alto para que todos O vejam e sintam, para que todos se convertam e mudem de direcção para Ti, em direcção ao Teu coração frágil, cravado de espinhos e triste, mas incondicionalmente à nossa disposição.
Ensina-me a juntar o meu coração ao Teu. Alto.
Comprometido para estar sempre ao lado do Teu, à disposição para, como Tu, salvar almas.
Que não se perca nem mais uma alma por o meu coração terreno e fraco, pequeno e medroso, não se conseguir elevar.
Da mesma maneira que o Teu corpo rasgado e ensanguentado, terreno, Se levantava na Cruz com a força do Teu maravilhoso coração, peço-Te que o meu amor limitado seja hoje puxado pelo Teu até aos céus, trazendo comigo muitos outros.
Ámen.

Aqui vos deixo uma oração para estes dias da Semana Santa, escrita pela minha irmã.

Sofia Posser

segunda-feira, 10 de março de 2008

Vaticano divulga lista de novos pecados capitais

A manipulação genética, o uso de drogas, a desigualdade social e a poluição ambiental estão entre os novos pecados capitais pelos quais os cristãos devem pedir perdão, segundo a nova lista apresentada pela Santa Sé. O Vaticano actualizou a lista de pecados capitais para adaptá-la à "realidade da globalização".

Os novos pecados capitais - merecedores de condenação segundo a Igreja Católica - serão agregados aos anteriores: gula, luxúria, avareza, ira, soberba, vaidade e preguiça.
Publicada no domingo no jornal do Vaticano, Osservatore Romano, a lista foi divulgada depois que o Papa Bento VI denunciou a "queda do sentimento de pecado no mundo secularizado", em meio à redução no número de católicos que praticam a confissão.

Sociedade
Em entrevista ao Osservatore Romano, monsenhor Gianfranco Girotti, responsável pelo tribunal da Cúria Romana que trata das questões internas do Vaticano, afirmou que, ao contrário dos anteriores, os novos pecados vão além dos direitos individuais e têm uma dimensão social.
"Há várias áreas relacionadas aos direitos individuais e sociais dentro das quais incorrer em atitudes pecaminosas. Antes de mais nada, a área bioética, dentro da qual não podemos deixar de denunciar algumas violações de direitos fundamentais da natureza humana, através de experiências e manipulações genéticas, cujos êxitos são difíceis de prever e manter sob controle".
Na avaliação do prelado, a injustiça social e os crimes ambientais também estão na lista das novas ofensas pelas quais os fiéis devem pedir perdão e fazer penitência.
"A desigualdade social, onde os ricos se tornam cada vez mais ricos e os pobres, cada vez mais pobres, alimentam uma insuportável injustiça social. Depois tem a área da ecologia, que hoje desperta grande interesse
", apontou o responsável pelo tribunal vaticano.
Na entrevista, Girotti citou ainda o uso de drogas como um dos novos pecados que merecem condenação.
"A droga enfraquece a psique e obscura a inteligência, deixando muitos jovens fora do circuito da Igreja", explica.

Questão da sociedade
Na interpretação de monsenhor Girotti, o pecado deixou de ser apenas uma questão pessoal e passou a ter maior influencia na sociedade.
"Antes, o pecado tinha uma dimensão individual, hoje tem uma impacto social, principalmente por causa da globalização. A atenção ao pecado agora é mais urgente devido aos reflexos maiores e mais destruidores que pode ter", disse Girotti.

Na entrevista ao jornal, o monsenhor recordou que entre os grandes pecados estão o aborto e a pedofilia e comentou o escândalo dos abusos sexuais cometidos por padres.
Ele admitiu que se trata de um problema grave, mas denunciou uma espécie de campanha contra a Igreja Católica por parte dos meios de comunicação.
"Estes fenômenos graves que foram denunciados demonstram a fragilidade humana e institucional da Igreja. Ela, porém, reagiu e continua reagindo para tutelar sua imagem e o bem do povo de Deus. Mas os meios de comunicação enfatizam o problema, prejudicando a imagem da Igreja", declarou o clérigo ao jornal.

Confissão
Monsenhor Gianfranco Girotti falou dos novos pecados aos padres reunidos no Vaticano até o final de semana passado, durante curso de atualização sobre o sacramento da confissão.
Durante o curso, o responsável pelo tribunal informou que cada vez menos católicos confessam os próprios pecados aos padres. Girotti denunciou que cerca de 60% dos fiéis na Itália não se confessam, citando estatísticas da Universidade Católica italiana.
Na entrevista ao Osservatore Romano, Girotti recordou as recomendações para se receber o perdão.
"Confissão em 15 ou máximo 20 dias antes ou depois de cometer o pecado, comunhão, oração segundo as intenções do Papa, pureza e caridade", disse o clérigo.

quarta-feira, 5 de março de 2008

Envio em anexo o texto da homília do Santo Padre durante o Angelus do Domingo, 2 de Março. Não consegui encontrar a tradução em português.
Roy.

Dear Brothers and Sisters,
In these Sundays of Lent, through the texts of the Gospel of John, the liturgy leads us on a true and proper baptismal journey: Last Sunday Jesus promised the Samaritan woman the gift of "living water"; today, healing the blind man, Jesus reveals himself as the "light of the world"; next Sunday, resurrecting his friend Lazarus from the dead, he will present himself as "the resurrection and the light." Water, light, life: these are symbols of baptism, the sacrament that "immerses" believers in the mystery of the death and resurrection of Christ, freeing them from the slavery of sin and granting them eternal life.

Let us pause briefly over the story of the man born blind (John 9:41). The disciples, according to the mentality that was common at that time, take for granted that his blindness is the consequence of his sin or his parents' sin. Jesus, however, rejects this view and affirms: "Neither he nor his parents sinned; it is so that the works of God might be made visible through him" (John 9:3).

What comfort these words offer us! They allow us to hear the living voice of God, who is provident and wise Love! Before the man marked by limitation and suffering Jesus does not think about possible faults, but about the will of God that created man for life. And so he solemnly declares: "We must do the works of the one who sent me ... While I am in the world, I am the light of the world" (John 9:5).

And he immediately takes action: With a little bit of earth and saliva he makes some mud and spreads it on the eyes of the blind man. This gesture alludes to the creation of man, which the Bible recounts with the symbol of earth that is formed and animated by the breath of God (cf. Genesis 2:7). "Adam," in fact, means "soil," and the human body is indeed composed of elements of the earth. Healing the man, Jesus brings about a new creation.

But that healing provokes a heated debate because Jesus performed it on the Sabbath, thereby transgressing a precept of the feast. Thus, at the end of the episode, Jesus and the blind man meet up again, both being chased out by the Pharisees: one because he violated the law and the other because, despite the healing, he remains marked as a sinner from birth.

To the blind man whom he healed Jesus reveals that he has come into the world for judgment, to separate the blind who can be healed from those who do not allow themselves to be healed because they presume that they are healthy. The tendency in man to construct an ideological system of security is strong: Even religion itself can become an element in this system, as can atheism, or secularism; but in constructing this system, one becomes blind to his own egoism.

Dear brothers, let us allow Jesus to heal us, Jesus who can and wants to give us the light of God! Let us confess our own blindnesses, our myopias, and above all that which the Bible calls the "great sin" (Psalm 18:14): pride. May Mary Most Holy help us in this, who, giving birth to Christ in the flesh, gave the world the true light.

[After the Angelus the Holy Father said the following in Italian:]
With profound sadness I follow the dramatic event of the kidnapping of Monsignor Paulos Faraj Rahho, Chaldean Archbishop of Mosul, in Iraq. I join the call of the patriarch, Cardinal Emmanuel III Delly, and his co-workers, for the dear prelate -- who is also in very poor health -- to be released immediately. I also elevate my prayer of supplication for the souls of the three young people who were with him and were killed at the time of the kidnapping. I express, moreover, my closeness to the entire Church in Iraq and in particular to the Chaldean Church, who have once again been dealt a serious blow, while I encourage all of the pastors and faithful to be strong and firm in hope. May the efforts of those who control the fate of the Iraqi people be multiplied so that, thanks to the commitment and wisdom of all, this people may again find peace and security, and the future to which it has a right not be destroyed.
Unfortunately, in recent days the tension between Israel and the Gaza Strip has reached very grave levels.

I renew my pressing invitation to Israeli and Palestinian officials, that this spiral of violence be stopped, unilaterally, without conditions: only by showing an absolute respect for human life, even that of the enemy, can one hope to provide a future of peace and coexistence for the young generations of those peoples who both have their roots in the Holy Land. I invite the whole Church to lift up supplications to the Almighty for peace in the land of Jesus and to show attentive and active solidarity with both populations, Israeli and Palestinian.
Over the course of the week the Italian news directed its attention to the sad end of two children, known as Ciccio and Tore. It is an end that has deeply stricken me as it has many families and persons. I would like to take this occasion to launch an appeal on behalf of childhood: let us care for our little ones! We must love them and help them to grow. I say this to parents but also to institutions. In launching this appeal, I think of childhood in every part of the world, above all of that which is defenseless, exploited and abused. I entrust every child to the heart of Christ, who said: "Let the children come unto me!" (Luke 18:16).
[Translation by Joseph G. Trabbic]

terça-feira, 4 de março de 2008

Piscina Betzatá

Depois disto, havia uma festa dos judeus e Jesus subiu a Jerusalém. Em Jerusalém, junto à Porta das Ovelhas, há uma piscina, em hebraico chamada Betzatá. Tem cinco pórticos, e neles jaziam numerosos doentes, cegos, coxos e paralíticos. Estava ali um homem que padecia da sua doença há trinta e oito anos. Jesus, ao vê-lo prostrado e sabendo que já levava muito tempo assim, disse-lhe:«Queres ficar são?» Respondeu-lhe o doente: «Senhor, não tenho ninguém que me meta na piscina quando se agita a água, pois, enquanto eu vou, algum outro desce antes de mim». Disse-lhe Jesus: «Levanta-te, toma a tua enxerga e anda.» E, no mesmo instante, aquele homem ficou são, agarrou na enxerga e começou a andar. Ora, aquele dia era de sábado. Por isso os judeus diziam ao que tinha sido curado: «É sábado e não te é permitido transportar a enxerga.» Ele respondeu-lhes: «Quem me curou é que me disse: 'Toma a tua enxerga e anda'.» Perguntaram-lhe, então: «Quem é esse homem que te disse: 'Toma a tua enxerga e anda'?» Mas o que tinha sido curado não sabia quem era, porque Jesus se tinha afastado da multidão ali reunida. Mais tarde, Jesus encontrou-o no templo e disse-lhe: «Vê lá: ficaste curado. Não peques mais, para que não te suceda coisa ainda pior.» O homem foi-se embora e comunicou aos judeus que fora Jesus quem o tinha curado. E foi por isto, por Jesus realizar tais coisas em dia de sábado, que os judeus começaram a persegui-lo.
(S. João 5,1-3.5-16.)
E as ruinas lá estavam para vermos...LA

domingo, 2 de março de 2008

Meditação de um autor anónimo do sec. XIV

Le Christ n'a pas de mains
Il n'a que nos mains
pour faire son travail d'aujourd'hui
Le Christ n'a pas de pieds,
Il n'a que nos pieds
pour conduire les hommes sur son chemin
Le Christ n'a pas de lèvres,
Il n'a que nos lèvres
pour parler de Lui aux hommes
Le Christ n'a pas d'aides
Il n'a que notre aide pour mettre les hommes de Son côté
Nous sommes la seule Bible que le public lit encore
Nous sommes le dernier message de Dieu
écrit en actes e en paroles.
MAS

sábado, 1 de março de 2008

A paz é possível.

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NB - Ligar o som!

Basta acreditar... basta confiar...

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Nota: é preciso ligar o som!

A Luz do Mundo

Quem O segue sairá das trevas: escravidão, egoísmo, orgulho e auto-suficiência. E com a Sua luz passará a ser um Homem Novo: fraterno, humilde e feliz. LA